window.dataLayer = window.dataLayer || []; function gtag(){dataLayer.push(arguments);} gtag('js', new Date()); gtag('config', 'UA-112455398-2');

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Lição 3. 19 de Janeiro de 2014. As Pragas Divinas e as Propostas Ardilosas de Faraó

Lição 3.

19 de Janeiro de 2014.

As Pragas Divinas e as Propostas Ardilosas de Faraó

TEXTO ÁUREO

"Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo" 
(Ef 6.11).


VERDADE PRÁTICA

 Como salvos por Cristo, podemos pela fé vencer o Diabo em suas investidas contra nós.

HINOS SUGERIDOS 107, 212, 531

LEITURA DIÁRIA


Segunda - 1 Co 15.57
Deus que nos dá a vitória

Terça - 2 Co 2.14
Deus nos faz triunfar em Cristo

Quarta - 2 Co 11.14
Satanás engana pela imitação

Quinta - 1 Tm 4.1
Doutrinas falsas vêm de demônios

Sexta - Jo 8.44
A mentira procede do Diabo

Sábado - 1 Ts 2.18
Satanás combate a obra de Deus

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Êxodo 3.19,20; 7.4,5; 8.8,25; 10.8,11,24

INTERAÇÃO

Faraó era perverso e não tinha intenção alguma de libertar os hebreus.  Diante da recusa dele, Deus enviou várias pragas ao Egito (Êx 3.19,20). Qual era o propósito divino ao enviar as pragas? O objetivo era o julgamento contra o governo de Faraó e seu povo e um juízo contra o generalizado culto idólatra egípcio. 
Para introduzir a lição, faça um resumo das terríveis pragas que arrasaram o Egito. Depois, explique que a partir da segunda praga (a das rãs, Êx 8.1-15), Faraó passou a fazer uma série de propostas ardilosas e destruidoras a Moisés e a seu auxiliar, Arão. Precisamos de discernimento a fim de não aceitar as ardilosas propostas de Satanás para nós, igreja do Senhor.


OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

Analisar as pragas deferidas e a primeira proposta de Faraó.

Saber que assim como Faraó, Satanás não desiste facilmente.

Discutir a proposta final de Faraó

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor, reproduza o quadro abaixo conforme as suas possibilidades. Em classe, juntamente com os alunos, complete a segunda coluna. Debata com a turma as propostas de Faraó e as suas consequências, caso Moisés as aceitasse. Conclua enfatizando que, como salvos por Cristo, podemos pela fé nEle sempre vencer o Diabo em suas investidas contra nós.


AS PROPOSTAS DE FARAÓ AO POVO DE DEUS

AS PROPOSTAS
AS CONSEQUÊNCIAS
"Ide, sacrificai ao vosso Deus nesta terra" 
(Êx 8.25).
"Somente que indo, não vades longe" 
(Êx 8.28).
"Deixai ir os homens" 
(Êx 10.7).
"Ide, servi ao Senhor; somente fiquem ovelhas e vossas vacas" 
(Êx 10.24).
COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO

Deus havia declarado que se Faraó não deixasse o seu povo sair do Egito, Ele feriria os egípcios com várias pragas (Êx 3.19,20). Em Êxodo 7.4,5, Deus reiterou o envio de flagelos terríveis sobre o Egito, os quais tinham como propósitos: julgar tanto o governo quanto o povo por seus atos, e também apressar a saída dos hebreus e mostrar o poder de Deus sobre os deuses egípcios. 
A partir da ocorrência da segunda praga (a das rãs, Êx 8.1-15), Faraó passa a fazer uma série de propostas ardilosas e destruidoras a Moisés e Arão. Na lição de hoje estudaremos o ambiente e as circunstâncias em que ocorreram as pragas e as propostas de Faraó ao povo de Deus. 

I. AS PRAGAS ENVIADAS E A PRIMEIRA PROPOSTA  DE FARAÓ

1. Pragas atingem o Egito (Êx 7.19-12.33). Deus ordenou que Moisés e Arão fossem até o palácio de Faraó para pedir-lhe que deixasse o povo hebreu partir. Diante de Faraó Moisés fez alguns milagres, para que este contemplasse uma amostra do poder do Altíssimo e liberasse o povo de Deus. Faraó era considerado um deus, por isso foi necessário que Moisés se apresentasse diante dele com sinais e maravilhas. Porém, Faraó endureceu o seu coração e não deixou o povo partir (Êx 7.13,14,22; 8.15,19,32; 9.7,34,35; 4.21; 7.3; 9.12; 10.1,27; 11.10; 14.4,8,17). Com receio das pragas que já estavam atingindo duramente o Egito, Faraó decide fazer algumas propostas ardilosas para Moisés e Arão. 
2. A primeira proposta (Êx 8.25). Esta proposta exigia que Israel cultuasse a Deus no próprio Egito, em meio aos falsos deuses. O ecumenismo também parte deste princípio, porém, a Palavra de Deus nos exorta: "E ser-me-eis santos, porque eu, o Senhor, sou santo, e separei-vos dos povos, para serdes meus" (Lv 20.26). A proposta de Faraó era para Israel servir a Deus sem qualquer separação do mal. Todavia, "sem santificação ninguém verá o Senhor" (Hb 12.14). Um povo separado por Deus e para Deus, e ao mesmo tempo misturado com os ímpios egípcios, como sendo um só povo, seria uma abominação ao Senhor. Deus requer santidade do seu povo. Nestes últimos dias antes da volta de Cristo, o pecado sob todas as formas avoluma-se por toda a parte, como um rolo compressor. Esta é uma das causas de haver tantos crentes frios espiritualmente: "E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará" (Mt 24.12). Precisamos ser mais santos e consagrados a Deus!

SINOPSE DO TÓPICO (1)

Diante das pragas que atingiram duramente o Egito, Faraó apresentou algumas propostas ardilosas para Moisés e Arão.

II. FARAÓ NÃO DESISTE

1. A segunda proposta de Faraó (Êx 8.28). "Somente que indo, não vades longe". Isso resultaria em o povo de Deus sair do Egito, mas o Egito não sair deles, como acontece ainda hoje com o crente mundano (Tg 4.4,5; 1 Jo 2.15). Assim fez a mulher de Ló, que saiu de Sodoma, mas não tirou Sodoma do seu coração e da sua mente, e perdeu-se (Gn 19.17,26; Lc 17.32). O propósito de Faraó ao ordenar "não vades longe" era vigiar e controlar os passos do povo de Israel. "Não vades longe" significa para o crente hoje o rompimento parcial com o pecado e com o mundo. É a vida cristã sem profundidade, sem expressão e por isso sempre vulnerável. "Não vades longe" (Êx 8.28) equivale ao crente viver sem compromisso com Deus, com a doutrina do Senhor, com a igreja, com a santidade. É a vida cristã superficial, sem consagração a Deus e ao seu serviço. 
2. A terceira proposta de Faraó (Êx 10.7). Essa proposta atingia os chefes de família e demais adultos. Os demais membros da família ficariam no Egito. O povo de Israel vivia organizado por famílias e casas paternas (Êx 6.14,15,17,19). A família é universalmente a unidade básica da sociedade humana. A saída parcial do povo, como queria Faraó, resultaria no fracionamento e fragilização das famílias, dividindo-as. O propósito de Deus é sempre abençoar toda a família, no sentido de que ela seja salva, unida, coesa, forte, feliz e saudável. 
A proposta de Faraó traria resultados nefastos para o povo de Deus. Vejamos:
a) Famílias sem o governo dos pais, sem provisão, sem proteção, sem direção. 
b) Maridos sem as esposas; homens viajando no deserto e as crianças sem os pais. O Diabo quer a ruína do casamento (Êx 1.16). Oremos por um avivamento espiritual sobre os casais que servem ao Senhor.
c) Miscigenação devastadora. Os jovens de Israel sozinhos no deserto a caminho de Canaã se casariam com moças pagãs, idólatras. Por sua vez, as jovens deixadas no Egito se casariam com os incrédulos egípcios. Enfim, haveria perda de identidade dos hebreus como povo do Senhor.

SINOPSE DO TÓPICO (2)
"Não vades longe", significa para o crente hoje, o rompimento parcial com o pecado e com o mundo.

III. A PROPOSTA FINAL DE FARAÓ
1. A situação caótica do Egito. A praga das trevas acabara de ocorrer, e todo o Egito durante três dias seguidos ficou sem luz. Só havia luz nas casas dos hebreus (10.21-23). Faraó teve muitas oportunidades, mas não deu ouvidos à voz do Senhor e não atendeu aos apelos de Moisés. A cada praga o coração de Faraó se tornava mais endurecido. O rei do Egito escolheu resistir a Deus e teve seu país devastado pelas pragas. Quem pode resistir ao Senhor? Se Deus está falando com você, atenda-o. Não resista! Muitos já viram e experimentaram os milagres do Senhor, porém, seus corações permanecem duros e inflexíveis, como o de Faraó. Lembre-se de que há um preço alto a se pagar por não se dar atenção ao que Deus fala. 
2. A quarta e última proposta. A situação era tão caótica no Egito que o próprio Faraó procurou Moisés (Êx 10.24) e fez a sua última proposta: "Ide, servi ao Senhor; somente fiquem as ovelhas e vossas vacas" (v. 24). A ovelha e a vaca eram animais cerimonialmente "limpos" para oferendas de sacrifícios a Deus na época da Lei (cf. 1 Pe 2.25; Hb 13.15,16). Sem as ovelhas e vacas não haveria sacrifícios. Não haveria entrega ao Senhor. Segundo a Bíblia Explicada, esta proposta também significa "os nossos negócios e interesses materiais, não santificados e não sujeitos à vontade de Deus" (10.24). O crente precisa viver uma vida digna, não só diante de Deus, mas também diante dos homens (2 Co 8.21). A santidade é um imperativo na vida do cristão até mesmo nos negócios.

SINOPSE DO TÓPICO (3)
A cada praga o coração de Faraó se tornava mais endurecido. Ele escolheu resistir a Deus e teve seu país devastado pelas pragas. 

CONCLUSÃO
A atitude do cristão hoje ante as traiçoeiras propostas do Maligno deve ser a mesma dos representantes de Israel, Moisés e Arão: "Nem uma unha ficará" no Egito (Êx 10.26). Satanás figurado em Faraó não mudou em relação à sua luta contra o povo de Deus. Ele continua a tentar o crente de muitas maneiras para fazê-lo cair, inclusive com más insinuações, sugestões, conclusões etc. "Mas graças a Deus, que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo" (1 Co 15.57). 

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I

Subsídio Bibliológico
"As pragas do Egito combinam todos os aspectos das pragas da Bíblia. Esses eventos são explicados através de exames dos termos hebraicos usados para defini-los. Muitas palavras derivam da raiz nagap 'atingir, destruir', e mostram as pragas como um golpe de Deus para castigar ou punir. A palavra hebraica negep, no sentido de 'golpear, atacar' foi usada como termo de julgamento. É encontrada relacionada às pragas do Egito apenas em Êxodo 12.13, que fala sobre a morte dos primogênitos. A palavra hebraica maggepa também quer dizer 'golpe, matança, praga, pestilência' e é aplicada à praga somente em Êxodo 9.14 que é uma referência geral a esses acontecimentos.
Da raiz naga, 'tocar, alcançar, atingir', vem nega, 'golpe, praga', que é usada metaforicamente para doenças como castigo divino. Na narrativa do Êxodo ela aparece apenas em 11.1, onde se refere à destruição dos primogênitos. Esses termos indicam uma ação direta de Deus no castigo; outros termos e declarações bíblicos mostram que esses atos são o testemunho do poder e da divindade do Deus único (cf. Dt 4.34,35)" (Dicionário Bíblico Wycliffe. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p.1584).

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II
Subsídio Bibliológico
"Z. Zevit pesquisou possíveis analogias para as pragas em outras partes da Bíblia. Entre o relato das pragas e a narrativa da Criação, ele descobriu expressões e vocábulos semelhantes, o que o levou a sugerir que Gênesis 1-2, tematicamente, funciona como pano de fundo para as pragas. Dessa forma, por exemplo, na praga do sangue, a expressão 'sobre todo o ajuntamento das suas águas' (Êx 7.19) corresponda 'ao ajuntamento das águas' de Gênesis 1.10. Zevit também relaciona as dez pragas às dez ocorrências da expressão 'e disse Deus' (Gn 1,3,6,9,11,14,20,24,26,28,29)" (HAMILTON, Victor P. Manual do Pentateuco. 2.ed. Rio de Janeiro, CPAD: 2007, p.183).

SAIBA MAIS
Revista Ensinador Cristão
CPAD, nº 57, p.37.

EXERCÍCIOS
1. Qual foi a primeira proposta de Faraó?
R. "Ide, sacrificai ao vosso Deus nesta terra" (Êx 8.25).

2. Descreva a segunda proposta de Faraó.
R.  "Somente que indo, não vades longe". 

3. Qual foi a terceira proposta de Faraó? 
R.  "Deixa ir os homens" (Êx 10.7).

4. Qual foi a proposta final de Faraó?
R ."Ide, servi ao Senhor; somente fiquem ovelhas e vossas vacas." 

5. Qual deve ser a atitude do cristão ante às malditas e traiçoeiras propostas do Maligno?
R. A atitude do cristão hoje ante as malditas e traiçoeiras propostas do Maligno deve ser a mesma dos representantes de Israel, Moisés e Arão: "Nem uma unha ficará" no Egito (Êx 10.26).

Nenhum comentário:

Postar um comentário