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sábado, 17 de agosto de 2013

Lição 11. 15 de Setembro de 2013 Uma Vida Cristã Equilibrada

Lição 11
15 de Setembro de 2013


Uma Vida Cristã Equilibrada

TEXTO ÁUREO

"Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai" 
(Fp 4.8).
VERDADE PRÁTICA

A fim de termos uma vida cristã equilibrada e frutífera, precisamos ocupar a nossa mente com tudo àquilo que é agradável a Deus.

HINOS SUGERIDOS 210, 244, 299

LEITURA DIÁRIA


Segunda - Lc 8.10-15
Cultivando a Palavra 
S
Terça - Tt 1.13-16 
A verdade produz fé saudável
T
Quarta - Sl 86.11-13
Verdade e misericórdia 
Q
Quinta - 1 Jo 3.15-18 
Quem odeia anda em trevas
Q
Sexta - Ec 7.10-14
O melhor tesouro do homem
S
Sábado - Sl 50.14-23 
Quem anda em retidão será salvo
S

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Filipenses 4.5-9

INTERAÇÃO

Professor, na lição de hoje estudaremos a respeito das virtudes que acompanham aqueles que já experimentaram o novo nascimento. A vida do cidadão do Reino dos Céus é regida por alguns princípios e valores que transcendem a vida terrena. A salvação em Jesus não somente nos garante a vida eterna, ela também nos proporciona um novo caráter, uma nova forma de pensar e agir. O crente deve ter os seus  pensamentos e ações pautados segundo os valores do Reino.  Na epístola aos Filipenses, Paulo exorta os crentes de Filipos a respeito do cuidado que eles deveriam ter com aquilo que iria ocupar suas mentes. O apóstolo apresenta no capítulo quatro, versículo oito, uma relação do que deve preencher o pensamento do cristão: “tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável,
tudo o que é de boa fama”. Tais coisas devem orientar os nossos pensamentos.


OBJETIVOS


Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Conscientizar-se a respeito da excelência da mente cristã.

Compreender o que deve ocupar a mente do cristão. 

Analisar a conduta de Paulo como modelo. uma relação do que deve preencher o pensamento do cristão: "tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama".  Tais coisas devem orientar os nossos pensamentos.


ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor para introduzir o tópico I da lição escreva no quadro de giz a seguinte afirmação de Myer Pearlman: "O pensamento é o pai da ação". Discuta com seus alunos o significado desta afirmação. Explique que o cérebro é o quartel general do nosso corpo, por isso temos que ter muito cuidado com a nossa mente, com os nossos pensamentos, pois eles antecedem as nossas ações. Em seguida, peça que os alunos leiam Romanos 12.2 e discuta com eles os efeitos que os pensamentos têm sobre o nosso caráter e as nossas ações. Conclua lendo com toda a classe o texto áureo da lição.


COMENTÁRIO


INTRODUÇÃO

Na lição de hoje, veremos algumas virtudes que acompanham aqueles cujas vidas foram transformadas pelo Evangelho de Jesus. O Evangelho não apenas proporciona salvação à humanidade, mas também um conjunto de princípios de vida para cada crente, seja na igreja, na família, na sociedade ou com Deus. Não são meras prescrições ou exigências frias de um código de leis, mas valores que transcendem a vida terrena.
Veremos que o Evangelho é poderoso para mudar o caráter de uma pessoa e torná-la apta a tomar para si o "jugo suave" e o "fardo leve" de Cristo Jesus (Mt 11.30).

I. A EXCELÊNCIA DA MENTE CRISTà

1. Nossos pensamentos. O versículo oito da leitura bíblica em classe na versão ARA diz: "seja isso o que ocupe o vosso pensamento". O apóstolo quer mostrar que a experiência de salvação, em Cristo, produz uma mudança contínua em nossa forma de pensar, a fim de evitarmos as futilidades mundanas que ocupam a mente das pessoas sem Deus. Paulo exorta-nos a preenchermos a nossa mente com aquilo que gera vida e maturidade espiritual, pois "nós temos a mente de Cristo" (1 Co 2.16). 
Aqui surge uma pergunta inevitável: "O que tem ocupado as nossas mentes no mundo de hoje?" Infelizmente, deparamo-nos com uma geração atraída pela ideologia do consumismo e do materialismo, onde o ter é mais importante do que o ser. Tal postura anula o ser humano, e faz com que os relacionamentos sejam pensados em termos de vantagens, ou seja, se não houver algum benefício imediato, logo são descartados. Esse comportamento nos aproxima do modo de vida mundano, e nos distancia das coisas do Alto.
2. Pensando nas coisas eternas. Além da epístola aos Filipenses, o tema do processo de pensar é tratado por Paulo em muitas outras ocasiões (Rm 12.2; Cl 3.2). Pensar nas coisas que são de cima, por exemplo, não sugere que devamos viver uma espiritualidade irreal, e sim equilibrada, conjugando mente e coração a partir dos valores espirituais na vida terrena (cf. Jo 17.15,18; 1 Co 5.9,10).
Os maus pensamentos são frutos da inclinação humana para o mal. Daí a recomendação de que a nossa mente deve ocupar-se com a Palavra de Deus, com os princípios eternos do reino divino, "levando cativo todo entendimento à obediência de Cristo" (2 Co 10.5). 
3. Agindo sabiamente. Sabemos que a sociedade atual é dominada por ideologias contrárias ao Evangelho. E é exatamente a esse mundo que o Senhor Jesus nos enviou a fazer a sua obra (Jo 17.18; cf. Mt 28.19). Temos de atender o seu chamado! Não com medo, mas com coragem; não com ignorância, mas sabiamente; não como quem impõe uma verdade particular, mas como quem expõe e testemunha verdades eternas. À luz do exemplo de Jesus Cristo, sejamos sal da terra e luz do mundo tendo "luz na mente, mas fogo no coração".

SINÓPSE DO TÓPICO (1)

A Palavra de Deus exorta-nos a preenchermos a nossa mente com aquilo que gera vida e maturidade espiritual, pois "nós temos a mente de Cristo" (1 Co 2.16). 

II.  O QUE DEVE OCUPAR A MENTE DO CRISTÃO (4.8)

1. "Tudo o que é verdadeiro e honesto". O apóstolo Paulo inicia a sua reflexão com a verdade. Percebemos que, com essa virtude, o apóstolo entende tudo o que é reto e se opõe ao falso. É tudo aquilo que é autêntico, não baseado em meras suposições, ou em algo que não possa ser comprovado. Lamentavelmente, o espírito da mentira entrou até mesmo entre os crentes e vem produzindo grandes males. Difamações e rumores negativos acabam sendo comuns entre nós. E isso desagrada profundamente a Deus. 
Quando o apóstolo dos gentios afirma que devemos pensar "em tudo o que é honesto", de fato, está nos exortando a desenvolvermos uma conduta transparente e decorosa, digna de alguém que age bem à luz do dia (Rm 13.13). O mundo não pode ver em nós um comportamento que contradiga os conceitos éticos e bíblicos da verdade e da honestidade, pois isso é incoerente aos princípios cristãos. O verdadeiro crente tem um firme compromisso com a verdade. Ele não mente nem calunia seu irmão.
2. "Tudo o que é justo". Aqui, de acordo com o Comentário Bíblico Pentecostal (CPAD), as "coisas que são 'justas' obedecem aos padrões de justiça de Deus" para desenvolvermos uma relação positiva com os que nos rodeiam. 
O padrão de justiça divina deve nortear o nosso comportamento moral em relação a Deus e às pessoas. O verdadeiro cristão deve pautar a sua conduta pela defesa de tudo o que é justo (Mt 5.6), agindo contra tudo aquilo que promove injustiça e gera opressão. 
3. "Tudo o que é puro e amável". Pureza sugere inocência, singeleza ou sinceridade em relação a algo não contaminado ou poluído. Uma mente pura significa uma mente casta. A ideia de "ser puro" é defendia por Paulo na perspectiva de que as palavras, as ações e os pensamentos dos crentes de Filipos fossem francos e sinceros. 
A fim de que toda impureza seja eliminada de sua vida, o crente tem de dar lugar para que o Espírito Santo limpe continuamente o seu coração e consciência (Ef 5.3). Assim, estaremos prontos a desejar tudo o que promove o amor fraternal. Desse modo, "tudo o que é amável" é aquilo que edifica os relacionamentos entre irmãos. 
4. "Tudo o que é de boa fama". O sentido de "boa fama" é simples e objetivo, pois a expressão se refere ao cuidado que devemos ter com as palavras e ações em nosso dia a dia. Então, podemos afirmar que boa fama é tudo o que é digno de louvor, de elogio e graça. Algumas versões bíblicas traduzem a mesma expressão por bom nome. Tal se refere ao que uma pessoa é, pois possuir um bom nome é o mesmo que ter um bom caráter.

SINÓPSE DO TÓPICO (2)

O crente não deve ter um comportamento que contradiga os conceitos éticos e bíblicos da verdade e da honestidade, pois isso é incoerente  com os princípios cristãos. O verdadeiro crente tem um firme compromisso com a verdade. 

III. A CONDUTA DE PAULO COMO MODELO (4.9)

1. Paulo, uma vida a ser imitada. No versículo nove, o apóstolo dos gentios utiliza cinco verbos que denotam ação: aprender, receber, ouvir, ver e fazer. Paulo utilizou tais recursos para que os irmãos filipenses percebessem que poderiam viver as virtudes da Palavra de Deus. 
Ele, inclusive, assume um papel referencial a ser imitado. Paulo não tem a presunção de uma pessoa que se acha infalível, mas exorta aos filipenses a serem uma carta transparente e exposta a quem quisesse vê-la. Eles deveriam, pois, ser um modelo tanto aos crentes como aos descrentes. 
2. Paulo, exemplo de ministro. Os obreiros do Senhor devem aprender com Paulo uma verdade pastoral: Todo ministro de Deus deve ser transparente. Assim como o Deus da graça chamou os fiéis da terra para serem irrepreensíveis, Ele igualmente nos chamou para administrarmos o seu rebanho com lisura, amor e muita boa vontade (1 Pe 5.2,3). Essas qualidades pastorais são indispensáveis na experiência ministerial dos líderes cristãos nos dias de hoje. 
3. O Deus de paz. Se buscarmos tudo o que é verdadeiro, honesto, justo, puro, amável e de boa fama, teremos uma preciosa promessa: "E o Deus de paz será convosco". A presença do "Deus de paz" descreve uma segurança inabalável para aqueles que confiam no seu nome. 
Ele nos orienta, guarda e protege. Por isso, devemos experimentar da constante e doce presença do "Deus de paz", e manter uma vida irrepreensível diante dEle, pois nas circunstâncias mais adversas lembraremos estas palavras: "E o Deus de paz será conosco".

SINÓPSE DO TÓPICO (3)

buscarmos tudo o que é verdadeiro, honesto, justo, puro, amável e de boa fama "o Deus de paz será convosco". 

CONCLUSÃO

Disse alguém, certa vez, que "o homem é aquilo que pensa". Devemos, portanto, guardar a nossa mente de tudo quanto é vil, pernicioso, egocêntrico e imoral. Só desfrutaremos de uma vida cristã saudável e equilibrada se alimentarmos a nossa mente com tudo o que é do Alto. Por isso, leia continuamente a Palavra de Deus. 
Apesar de a verdade, a honestidade, a pureza, a justiça, o amor e a boa fama parecerem estar fora de moda, e até ignorados por grande parte da sociedade, para o Altíssimo continuam a ser virtudes que autenticam os valores do seu Reino. E nós, os que cremos, somos chamados a vivê-las aqui e agora (Mt 5.13-16).




AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICOI

Subsídio Teológico
"Os assuntos do pensar correto
Meus pensamentos produzem maus modos de viver; por outro lado, o pensar correto levará a uma vida correta. Paulo faz uma lista de assuntos que devem alimentar os pensamentos do cristão. 'Nisso pensai'. (1) 'Tudo o que é verdadeiro'. As coisas verdadeiras se opõem à falsidade em palavras e conduta. (2) 'Tudo o que é honesto'. 'Honesto aqui significa literalmente o que é honroso ou reverente. Refere-se às coisas consistentes com santa dignidade e respeito e corresponde àquele amor que 'não se conduz inconvenientemente'. (3) 'Tudo o que é justo'. O trato justo em todos os nossos relacionamentos. O cristão auferirá todos os seus pensamentos com a Regra Áurea. (4) 'Tudo que é puro' refere-se à pureza no seu sentido mais lato - pensamentos, motivos, palavras e ações livres de elementos que rebaixam e maculam. 'Bem-aventurados os limpos de coração'. (5) 'Tudo que é amável se refere à delicadeza, humildade e caridade que atraem o amor e tornam amáveis as pessoas. (6) 'Tudo que é de boa fama' se refere às coisas que todos concordemente recomendam: a cortesia, agradabilidade, justiça, temperança, verdade e respeito pelos pais. É impossível realizar coisas boas com modos tais que lancem opróbrio sobre a causa de Deus. 'Não seja, pois blasfemado o vosso bem' (Rm 14.16). [...] 'Se há alguma virtude, [...] nisso pensai'" (PEARLMAN, Myer. Epístolas Paulinas: Semeando as Doutrinas Cristãs. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1998, pp. 151-52).


AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICOII

Subsídio Teológico
As epístolas escritas na prisão refletem o casamento da profunda teologia de Paulo com as preocupações pastorais. Deus triunfa na cruz e na ressurreição de Jesus. Assim, o Pai estendeu sua libertação àqueles que vão a Ele pela fé. Isso quer dizer que os crentes fazem parte do que Deus usa para refletir a redenção de toda a criação. Essa esperança suprema quer dizer que a vida neste mundo também é transformada. Vida, quer dizer servir a Deus (não a si mesmo), refletindo a cidadania celestial (não a terrena), valendo-se da capacitação concedida por Deus para conquistar o pecado e para resplandecer como luz em um mundo necessitado. É estar disposto a sofrer e a permanecer unidos diante de um mundo de trevas em necessidade, ao mesmo tempo em que revelamos o evangelho, a bondade e o caráter de Deus na forma como nos relacionamentos uns com os outros e com os que precisam da obra redentora de Deus. 
Paulo foi um teólogo profundo que escreveu sobre temas de dimensões cósmicas, mas ele não estava tão voltado para o céu a ponto de não ser um bem terreno. Ele era um pastor que guiava os santos em seu chamado. O desejo de Paulo para os crentes é simples: seja um bom cidadão do céu e tenha a mente tão voltada para o céu de forma a ser bom para a terra. Ele também lembra aos crentes que Deus os capacita para realizar a tarefa e que, à medida que eles mantêm o foco em Jesus, podem ir, unidos em seu serviço a Ele, no encalço desse objetivo. Eles nunca devem esquecer que, nEle, são uma nova comunidade. No contexto da obra soberana de Deus e à luz da vitória e capacitação dEle, os crentes devem refletir a presença, o amor e o caráter dEle até que Ele traga esperança da realização e todas as coisas que sejam sintetizadas na restauração que, por fim, Cristo trará " (ZUCK, Roy B (Ed.). Teologia do Novo Testamento. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008. p.367).



BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

RICHARDS, Lawrence O.  Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. 1.ed.  Rio de Janeiro: CPAD, 2007.
PEARLMAN, Myer. Epístolas Paulinas: Semeando as Doutrinas Cristãs. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1998. SAIBA MAIS

SAIBA MAIS

Revista Ensinador Cristão
CPAD, nº 55, p.41.

EXERCÍCIOS

1.Segundo a lição, o que a experiência de salvação em Cristo produz? 
R. A experiência de salvação, em Cristo, produz uma mudança contínua em nossa forma de pensar, a fim de evitarmos as futilidades mundanas que ocupam a mente das pessoas sem Deus.

2. O que deve ocupar a mente do cristão? 
R.  A nossa mente deve ser preenchida com aquilo que gera vida e maturidade espiritual. 

3. De acordo com a lição, o que significa uma mente pura?
R. Uma mente pura significa uma mente casta.

4. Qual é a verdade pastoral que os obreiros do Senhor devem aprender de Paulo?
R.  Todo o ministro de Deus deve ser transparente. Assim como o Deus da graça chamou os fiéis da terra para serem irrepreensíveis, Ele igualmente nos chamou para administrarmos o seu rebanho com lisura, amor e muita boa vontade (1 Pe 5.2,3).

5. O que você tem feito para manter a sua mente pura? 
R. Resposta pessoal.

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